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O Simbolismo do Templo de Salomão

Jefferson Campos05 de Abril de 20247 min
O Simbolismo do Templo de Salomão

Nenhuma estrutura na história humana captura a imaginação maçônica como o Templo do Rei Salomão. Erguido em Jerusalém há quase três milênios, ele transcende a história para se tornar a mais pura alegoria da perfeição moral e espiritual.

Na Maçonaria, o Templo de Salomão não é apenas uma lembrança de uma edificação antiga, mas o modelo do nosso próprio templo interior. Cada Maçom é, simultaneamente, o pedreiro e a própria pedra bruta sendo desbastada para se tornar uma pedra cúbica, perfeita para compor a obra divina.

As Duas Colunas

A entrada do Templo era adornada por duas majestosas colunas de bronze. Elas simbolizam, fundamentalmente, a estabilidade e a força. O equilíbrio do universo e das ações humanas depende da união perfeita entre o poder (a força para realizar) e o controle (a estabilidade para permanecer firme).

Esquadro e Compasso sobre a Pedra
"Não há construção duradoura que não esteja alicerçada em virtudes imaculadas."

O Santuário Interior

Assim como o Templo físico possuía pátios, átrios e, finalmente, o Santo dos Santos (o local mais sagrado e íntimo), o ser humano também é construído em camadas. A iniciação maçônica propõe essa jornada de fora para dentro. Somente alcançando o nosso próprio santuário interior, o "Santo dos Santos" de nossa consciência, é que podemos compreender plenamente o nosso propósito.

Estudar o Templo de Salomão é, em suma, estudar a nós mesmos. É entender que a construção do caráter humano exige silêncio, dedicação, ferramentas apropriadas e um projeto inspirado pela Sabedoria Universal.

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