
Quem foi Hiram Abiff? A Lenda do Arquiteto
Mito ou realidade? Conheça a lenda de Hiram Abiff, o arquiteto chefe do Templo de Salomão, cujo exemplo de honra e integridade é central para a Maçonaria.
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Observamos que os SÍMBOLOS e ORNAMENTOS estão sempre presentes na vida do Maçom, porque eles são parte ativa dessa vida, participando em todos os momentos, imprimindo-lhe características que tornam o Maçom um homem diferente.
Desde o instante em que recebeu a Luz, o Maçom começa a corrigir as suas atitudes procurando, sem a preocupação de modificar a sua conduta apenas na aparência, exteriorizar aquele estado mental que realmente o transformou, dando lugar a que essa evolução se faça, de dentro para fora.
É o amadurecimento adquirido pela compreensão dos símbolos e a sua imediata aplicação no sentido real. É o Obreiro gozando dos seus direitos e deveres conscientemente, procurando, ao aplicar os conhecimentos que surgiram da assimilação dos conceitos maçônicos, criar possibilidades aos seus semelhantes de trilhar, como ele, o caminho que leva à perfeição.
É o estado mental que o tornou Maçom, imprimindo-lhe a moral condicionada nas bases da verdadeira fraternidade — força capaz de unificar a humanidade. Então, a Maçonaria passa a fazer parte desse estado mental, praticando-a o Maçom, no gesto, na palavra, na ação.
O Maçom só o será realmente, quando transmitir aos demais, pelo seu pensamento e a força da palavra, o que possui de mais puro nos conceitos maçônicos. Razão porque ele se distingue dando um sentido diferente às suas atitudes, imprimindo-lhes a tolerância, a compreensão, o respeito, acrescido da justiça e do equilíbrio.
"O Maçom que tem ao seu serviço a aplicação do COMPASSO medindo, delimitando a sua atividade, não pode esquecer a luta perene que fez da nossa Ordem a defensora oculta da Sociedade."
Esta luta vem de longe. Vem de longa data, recuando-se a muitos séculos, permitindo relembrar que a trilogia que hoje é a base da nossa Instituição foi também há 700 anos a.C., base da doutrina de Zaratustra, filósofo persa que viveu no reinado de Dario. A doutrina determinava ao homem uma tríplice tarefa: converter o mau (Fraternidade), fazer do seu inimigo um amigo (Igualdade) e instruir o ignorante (Liberdade).
É bom lembrar que esta doutrina nunca foi uma religião nacional, porque os seus conceitos deixavam a cada um a liberdade de escolher o Princípio Criador que lhe conviesse, princípio que mantemos e defendemos vigorosamente até os dias de hoje.
O Princípio Moral é a lei fundamental como base de todas as relações humanas, contida nas sentenças – "não faças aos outros o que não queres que te façam" e "o nosso direito termina quando começa o direito do nosso semelhante". Ao usarmos o instrumento que recebemos para o nosso trabalho na construção do grande Templo da Humanidade, não será difícil aplicarmos este princípio moral.
A Maçonaria necessita de "homens livres e de bons costumes". Da seleção de candidatos, surgirão os líderes que farão da Maçonaria a Instituição capaz de promover as virtudes humanas. A esta responsabilidade o Maçom não pode, nem deve, fugir a escolher, conscientemente o seu novo Irmão, verificando homens de qualidades físicas, intelectuais e morais.
Depois de iniciado, aprimorados os seus conhecimentos e exaltado ao demonstrar os progressos morais, o Maçom é investido de privilégios e deveres que o tornam apto a desempenhar as suas funções. Para alcançarmos o aprimoramento que nos levará a maiores conhecimentos, teremos de pesquisar, estudar, observar e assimilar as belezas que a filosofia nos reserva.
Sem estes conhecimentos não podemos ser úteis à Sociedade. A Maçonaria precisa de líderes autênticos para a Humanidade, trabalhando incessantemente para a construção do seu grande ideal: o Templo da Paz e da Fraternidade.
Se os princípios abordados aqui ecoam com os seus valores pessoais, você pode ter o perfil para a Maçonaria.
Quero ser um Maçom
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